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Indaiatuba não teve escolas inscritas para programa cívico-militar

Nenhuma escola estadual de Indaiatuba se inscreveu no programa de escolas cívico-militares do Governo do Estado de São Paulo. O processo de candidatura foi encerrado após a fase de manifestação de interesse e consultas públicas realizadas pela Secretaria da Educação, sem registro de unidades do município entre as participantes.

Como funcionava a candidatura ao programa

Para se candidatar ao modelo cívico-militar, a escola precisava, inicialmente, manifestar interesse formal junto à Secretaria da Educação do Estado. Após essa etapa, a unidade só poderia avançar no processo se atendesse a critérios técnicos, como oferta de ensino fundamental ou médio, funcionamento em período regular e condições estruturais mínimas para implantação do modelo.

Além disso, a adesão dependia obrigatoriamente da aprovação da comunidade escolar, por meio de consultas públicas com a participação de pais ou responsáveis, alunos maiores de idade e profissionais da educação.

Total de escolas interessadas no estado

Em todo o estado de São Paulo, 302 escolas estaduais manifestaram interesse inicial em adotar o modelo cívico-militar. Essas unidades avançaram para a etapa de consultas públicas, realizadas em rodadas organizadas pela Secretaria da Educação ao longo do processo.

Como funcionaram as votações

As votações ocorreram dentro das próprias comunidades escolares. Para que a escola fosse considerada apta, era necessário que a maioria dos votantes se manifestasse favoravelmente à adoção do modelo. Participaram pais ou responsáveis legais, estudantes maiores de 16 anos e servidores da unidade escolar, conforme regras estabelecidas pelo governo estadual.

Ao final das consultas, 132 escolas tiveram a proposta aprovada pela comunidade.

Escolas selecionadas e início do programa

Dentre as unidades que aprovaram a adesão, 100 escolas foram selecionadas pelo governo estadual para iniciar o modelo cívico-militar. O programa começou a ser implantado nesta semana, com a atuação de militares da reserva em funções administrativas e disciplinares, enquanto a parte pedagógica permanece sob responsabilidade exclusiva dos profissionais da educação.

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