Quatro pessoas morrem afogadas no litoral de SP
Quatro homens morreram após se afogarem no mar da Baixada Santista, no litoral sul de São Paulo, nesta quinta-feira, 1º, primeiro dia de 2026. As ocorrências foram registradas nas cidades de Praia Grande, Bertioga, Guarujá e Itanhaém, segundo o Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar). As equipes continuam as buscas por dois desaparecidos nesta sexta-feira, 2.
Afogamentos em Praia Grande
Em Praia Grande, os primeiros atendimentos do ano ocorreram por volta das 8h40. Um jovem de 23 anos desapareceu após ser arrastado por uma forte correnteza durante o banho de mar. O corpo foi localizado pouco depois e reconhecido.
Ainda na cidade, um homem de 21 anos também desapareceu. Testemunhas relataram que ele demonstrava sinais de exaustão antes de ser levado pela correnteza. Um acompanhante tentou prestar ajuda, mas não conseguiu. As buscas foram realizadas ao longo da quinta-feira.
Na manhã desta sexta-feira, um corpo foi encontrado na praia do bairro Aviação. Segundo o GBMar, as características são compatíveis com as do jovem desaparecido, mas a identificação oficial ainda não havia sido confirmada até a última atualização.
Ocorrência em Bertioga
Em Bertioga, dois homens, de 19 e 35 anos, se afogaram durante a tarde na Praia do Rio Guaratuba. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu resgatar o homem de 35 anos, que foi retirado da água com grau 6 de afogamento. Ele foi encaminhado a um pronto-socorro, onde a morte foi constatada.
O jovem de 19 anos não foi localizado e segue desaparecido. As buscas continuam na região.
Casos em Guarujá e Itanhaém
No Guarujá, um turista de 20 anos, morador de São Bernardo do Campo, morreu após ser diagnosticado com grau 6 de afogamento. Já em Itanhaém, um homem de 25 anos desapareceu no mar. O GBMar não divulgou detalhes sobre o local exato do afogamento nem a cidade de origem da vítima.
Perfil das vítimas
De acordo com o Grupamento de Bombeiros Marítimo, a maioria das vítimas de afogamento nas praias da Baixada Santista é formada por moradores da capital e da Região Metropolitana de São Paulo. Dados divulgados pelo GBMar apontam que cerca de 80% dos casos envolvem pessoas dessas regiões.
